Publicado em 5.03.2008 na categoria GTD

No começo de fevereiro, conheci um e-book chamado Zen To Done, de autoria de Leo Babauta, mantenedor do blog Zen Habits. O ZTD é uma metodologia derivada do famoso Getting Things Done de David Allen, porém com pequenas diferenças que podem deixar o dia-a-dia ainda mais simples.
Como a palavra Zen tem me interessado muito ultimamente (em breve alguns posts sobre isso) li o e-book inteiro e deixo aqui as minhas observações sobre o tema.
O ZTD altera basicamente cinco coisas em relação à metodologia original: Leia o texto completo
Publicado em 3.03.2008 na categoria Produtividade

No post sobre o livro Os Segredos da Mente Milionária, falei que o autor T. Harv Eker devia dar parte do dinheiro arrecadado com o livro à família de Confúcio.
Confúcio (ou Kung-Fu-Tze para os íntimos) foi um filósofo chinês que viveu há cerca de 2.500 anos e possui pensamentos absolutamente geniais. No oriente, a influência dele é tanta que moldou o modo de pensar e o sistema educacional de países como China, Japão e Coréia. Você deve conhecer muitas dos pensamentos de Confúcio, mesmo sem saber que a autoria é do filósofo.
Aqui vão 10 pensamentos de Confúcio, na minha ordem particular de preferência, que podem ajudar tanto na sua produtividade quanto na maneira como você leva a vida. Leia o texto completo
Publicado em 25.02.2008 na categoria Produtividade

Você já recebeu - ou fez - algum pedido para fazer alguma tarefa “com urgência”? E, mesmo quando o solicitante sabe que não há tempo hábil para fazê-la, ele costuma colocar a culpa em você?
Quem solicita tudo “com urgência”, “pra ontem” ou “o mais rápido possível” em alta freqüência, provavelmente sofre de falta de planejamento ou assume compromissos com os quais não pode lidar.
Um gerente que vive solicitando tarefas urgentes pode estressar a equipe por fazer parecer que os membros não conseguem cumprir as ações, quando na verdade é o próprio gerente que não planeja bem os cronogramas.
Preste atenção nos seus pedidos aos outros. Se tudo que sai da sua caixa de entrada ou do seu telefone leva as palavra “urgente”, talvez esteja na hora de você começar a se planejar um pouco mais.
Publicado em 22.02.2008 na categoria Produtividade

Ontem falei sobre o problema de ser remunerado com base no tempo e não no seu desempenho. Para muitos trabalhadores, se você dá o sangue pela empresa ou se passa metade do dia no YouTube e no MSN, o salário ao final do mês será o mesmo.
Pensando nisso, uma questão me veio à cabeça: quantas horas do seu dia você passa realmente trabalhando? Se você for como a maioria das pessoas, terá na ponta da língua a resposta: oito horas.
Mas será que isso é verdade? Dessas oito horas, quantos minutos são gastos fazendo o social com os colegas de trabalho? E checando seu e-mail pessoal ou os feeds? Quantos minutos no banheiro, no Orkut, no MSN ou comendo um lanchinho?
Não tenho dados estatísticos, mas talvez esses minutos que não são usados efetivamente trabalhando podem representar até metade daquelas tradicionais oito horas. Leia o texto completo
Publicado em 21.02.2008 na categoria Finanças

Se alguém me perguntasse qual a principal diferença entre trabalhar como empregado e estar à frente do meu próprio negócio, eu diria que é ser remunerado pelo desempenho e não pelo tempo gasto.
Na maioria dos trabalhos tradicionais, você é remunerado pelo seu tempo. Geralmente contrata-se um empregado para trabalhar oito horas por dia, cinco dias por semana, e ao final do mês pagam-se as 160 horas correspondentes.
Se durante essas 160 horas você faz o melhor possível para o desenvolvimento da empresa e seu colega de mesa passa metade do dia no YouTube e no MSN, ao final do mês os dois vão ganhar a mesma coisa, na maioria dos casos.
Remuneração por desempenho
Quando se está à frente de um negócio próprio, a sua remuneração depende de você. Se você conquistar muitos clientes, ou fechar um gordo contrato, ou fabricar um bom produto, o volume de dinheiro ao final do mês será maior.
Ser remunerado pelo desempenho não é privilégio de empresários. Vendedores, por exemplo, costumam ganhar por comissão. Acredito, no entanto, que todo profissional deveria se colocar numa posição em que pudesse ser remunerado de acordo com os resultados que produz (ou deixa de produzir).
Isso inclusive serve como estratégia de motivação. Se você sabe que a grana na conta no final do mês depende do seu desempenho, não ficará enrolando para fazer um trabalho que precisa ser feito.
É bom tanto para a empresa quanto para o empregado.