Adidas Originals Star Wars Collection
Publicado em 14.01.2010 na categoria Cultura
Tirando Darth Vader, não reconheci nenhum dos outros famosos no vídeo:
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Walmar Andrade - Fator W
Publicado em 14.01.2010 na categoria Cultura
Tirando Darth Vader, não reconheci nenhum dos outros famosos no vídeo:
Publicado em 11.01.2010 na categoria Produtividade
O post sobre o Rescue Time e a identificação-eliminação de gastadores de tempo teve uma boa repercussão, mesmo no sábado, então estou voltando ao tema do “gerenciamento do tempo” (por falta de um termo melhor). E a volta ao tema possui um motivo, falar sobre timeboxing, a melhor técnica de produtividade que já testei.
O princípio básico dessa técnica é separar blocos de conteúdo para que você foque em fazer o que precisa ser feito. Muita gente tem suas listas de coisas a fazer, mas fica perdida na hora de executar as ações. Começa a fazer uma coisa, depois interrompe e vai fazer outra mais simples, volta para a primeira, depois começa uma terceiro. Ao mesmo tempo, dá uma olhada no Twitter, fala no Skype, vê os feeds, conversa com o amigo do lado. No final do dia, a cabeça está uma confusão e pouca coisa foi realmente realizada.
O objetivo da timeboxing é fatiar o tempo dedicando alguns períodos (cujo tempo você determina) para concentrar-se em uma tarefa da lista. Por exemplo, nos próximos 25 minutos você vai apenas “redigir o documento do projeto”. Dentro dessa caixa de tempo, está proibido de fazer outra coisa que não seja “redigir o documento do projeto”. Se alguma lembrança de algo a fazer veio em sua mente durante o tempo, simplesmente anote e siga redigindo o tal documento.
Depois, haverá um intervalo entre um bloco de tempo e outro. Nesse intervalo, você pode ir ao banheiro, fazer um lanchinho, ver o Twitter, fuçar o Facebook, o que quiser. Até que começa outro bloco de 25 minutos e você foca novamente em fazer apenas uma tarefa da lista.
Eu conheci a técnica de timeboxing (com esse nome) no blog do Steve Pavlina. Porém, a configuração que estou usando atualmente vem do ebook Pomodoro Technique. Esse nome vem de um timer de cozinha em formato de tomate (pomodoro, em italiano), também chamado pelo Efetividade.net de galinha temporal.
O autor Francesco Cirillo simplesmente estruturou melhor o timeboxing para que ele flua da melhor maneira possível durante o dia. Diferente do GTD ou outras técnicas de organização pessoal, o timeboxing é usado apenas para executar as ações. Ou seja, você pode continuar usando o GTD (ou qualquer sistema que use para organizar suas coisas), pegar um item da lista de próximas ações e atuar nele com foco usando os blocos de tempo. Não tem errada.
Para usar o timeboxing, é importante ter um cronômetro ou, melhor ainda, um contador regressivo. Eu não tenho uma galinha temporal por aqui, portanto uso o Focus Booster (só para Mac). Mas qualquer timer no computador, na mesa, no pulso ou no celular está valendo.
Faça o download gratuito do ebook em PDF The Pomodoro Technique aqui (em inglês).
Publicado em 9.01.2010 na categoria Produtividade
Este é um post simples de sábado que tem como objetivo ajudar as pessoas que acreditam que estão sem tempo para fazer nada. Ou seja, quase todo mundo.
Existe um método simples e muito eficaz para ajudar a liberar tempo na sua vida, que contém apenas dois passos:
O problema com a falta de tempo, geralmente, não é o excesso de coisas a fazer. É o desperdício de tempo em atividades que não levam à nada. No meu caso, por exemplo, essas atividades eram ficar lendo notícias irrelevantes em sites diversos (sobretudo portais de grandes grupos de comunicação) e ficar vendo programas esportivos na televisão (sobretudo na ESPN).
Quando cortei esses dois grandes gastadores de tempo, sobrou mais tempo tanto para eu produzir mais quanto para eu me divertir mais. Sim, porque, ao contrário do que pensava, essas atividades não eram lazer nem trabalho. Eram apenas distração para a cabeça, uma maneira de ficar zumbi, sem pensar em nada.
Uma excelente opção para ajudar a identificar seus gastadores de tempo ao computador é o Rescue Time. Trata-se de um pequeno aplicativo gratuito que você instala e ele começar a monitorar o tempo que você passa em cada programa e em cada site quando está usando o computador.
Você não precisa fazer absolutamente nada, não precisa logar horas nem nada do tipo. Apenas quando quiser ver como está gastando o tempo, entra no aplicativo e vê os gráficos. Minha sugestão é instalá-lo pelo menos durante um mês e verificar, ao final desse período de tempo, quantas horas você fica no Twitter, no e-mail, no Orkut, no MSN, na Globo.com.
Uma vez que os gastadores de tempo on-line forem identificados, tudo o que você precisará fazer é arrumar uma estratégia para eliminá-los ou, ao menos, reduz-los bastante.
Publicado em 8.01.2010 na categoria Internet, Mercado
Um dos problemas de uma empresa atingir a excelência é que as pessoas passam a esperar que ela acerte sempre. Não há melhor exemplo de excelência empresarial no século 21 do que o Google. Por isso, estamos sempre esperando do gigante de Mountain View produtos arrasadores, ideias revolucionárias, funcionalidades perfeitas.
Levando isso em consideração, podemos dizer que 2009 foi um ano abaixo das (minhas) expectativas em relação ao Google.
Claro que houve muitas evoluções, como o resultado da busca sendo atualizado em tempo real e a página inicial do buscador ainda mais minimalista, mas três grandes expectativas não foram bem atendidas: Orkut, Google Wave e Google OS.
A começar pelo novo Orkut. A combalida rede social do Google – que sempre me pareceu um patinho feio junto aos outros produtos da empresa – ganhou ares de esperança quando foi anunciado que seria completamente reformulada. Especulava-se de uma grande mistura entre Facebook, Twitter e os demais aplicativos Google, como Docs, Maps, Calendar e Talk.
A expectativa aumentou quando o sistema foi liberado apenas mediante convites. Só isso já gerou desagrado em algumas pessoas. Se já eram usuárias da rede, por que não teriam direito a usar a nova interface? Pior: se a antiga e a nova interface poderiam conviver, isso significaria que a nova não teria assim tantas novidades? Infelizmente, foi o que se confirmou. Embora seja melhor, a nova interface não traz absolutamente nada de revolucionário. É mais do mesmo e, ao que parece, o Google vai continuar comendo poeira do Facebook em 2010 quando o assunto é rede de relacionamentos.
Expectativa ainda maior veio com a notícia do Google Wave. Seria uma ferramenta tão inovadora que estava mesmo difícil de explicar o que era e como funcionaria. O sistema de convites aqui funcionou bem, gerando um enorme buzz na internet para ver quem tinha o privilégio de usar logo essa nova forma de se comunicar, colaborar e trabalhar na internet.
Uma vez que se conseguia o convite, muita gente entrava lá e não sabia o que fazer. É um chat? É um Google Docs diferente? Um e-mail que parece o IRC? Até hoje, a maioria das pessoas com quem converso não consegue usar bem a ferramenta. Talvez ela seja mesmo tão à frente do seu tempo que não estamos sabendo utilizá-la bem ainda.
Por fim, tivemos o Google OS. O esperado sistema operacional do Google. Aquele que ia bater de frente com o Windows e levar de vez a computação nas nuvens ao patamar supremo. Apesar da ansiedade gerada pela apresentação, o que o Google mostrou foi, basicamente, um browser. O já conhecido Google Chrome. O Google OS seria isso: você liga o computador e, em segundos, está com o Google Chrome aberto para navegar para onde quiser. Sem área de trabalho, sem pastas, sem nada instalado.
Sim, era de se esperar algo nessa linha. No meu ponto de vista, entretanto, o Google OS poderia trazer algumas facilidades. No mínimo, botões para acessarmos o Docs, o Calendar, o Gmail. Mais uma vez, pode ser que o Google esteja olhando lá na frente e a ideia que hoje mostra-se fraca possa se tornar acertada em algum tempo.
Quanto ao Orkut não boto mais fé, mas o Wave e o OS ainda podem evoluir bem em 2010. Que seja um ano melhor lá em Mountain View, a começar com o sucesso do Nexus One.
Publicado em 7.01.2010 na categoria Lifestyle
No meio do ano passado, antes de vir para Barcelona, comprei uma Nikon D60, uma câmera digital SLR no formato DX de com uma resolução de 10,2 megapixels. Muita gente me recomendou comprar uma Canon da mesma categoria, mas acabei optando pela Nikon basicamente para poder fazer este post :P
Ocorre que eu tenho em casa uma Nikon FM, de 1977, que meus pais usavam para fotografar plantas em alta qualidade (eles são biólogos). Quando fiz a faculdade de jornalismo, paguei duas cadeiras de fotografia e, na época (2001), as aulas ainda eram com câmeras analógicas.
Aprendendo primeiro a fotografar com câmeras analógicas, me atrevo a fazer algumas comparações entre a antiga Nikon e a moderna.
A antiga tinha basicamente três controles: foco, velocidade e sensibilidade do filme. O medidor de luminosidade era bem simples, e por isso mesmo fácil de usar. Efeitos só eram obtidos com o uso de filtros na objetiva. Além da 35mm, tenho em casa também uma que permite aproximar em muito os objetos.
A Nikon D60 mantém os controles de foco e velocidade e emula a sensibilidade do filme. Só que, além disso, traz uma série de outros ajustes que podem ser feitos para tirar diversos tipos de foto. Um modo de disparo automático facilita a vida quando você tem que entregar a câmera para alguém que só quer apontar e disparar.
Mesmo com a diversidade de recursos que a D60 oferece, confesso que sinto falta da simplicidade da FM na hora de tirar algumas fotos. O que para mim pesa muito a favor da modernidade é o fato de não ter que manipular rolos de filme e revelá-los (minhas experiências com revelação de filmes na faculdade foram desastrosas).
E você, prefere fotografia analógica ou digital?
Publicado em 6.01.2010 na categoria Internet, Mercado
Em abril de 2006, quando o mundo ainda era uma grande bola de fogo, rolava na hoje chamada blogosfera uma discussão sobre a falta de conversação entre os blogueiros brasileiros. Era uma época muito diferente da atual: o AdSense ainda não tinha virado uma praga que acabou com boa parte dos blogs, o Twitter não existia, o iPhone não passava de um rumor distante e o iPod mini tinha apenas quatro meses de vida.
Fiz parte da discussão escrevendo um post em formato de conto chamado A Fantástica Fábula dos Caranguejos de Bloglópolis. Em seis pequenas partes, o conto tentava resumir o que estava rolando até então. Relendo hoje, muita coisa não faz sentido e a preocupação excessiva com a meta-blogação até espanta.
Por curiosidade, fui vendo os links de todos os blogs citados no post. Que fim teriam levado os blogueiros da época? Quase seis anos depois, quem ainda continua blogando frequentemente? Dei uma geral e descobri alguns paradeiros. Quem souber de mais, favor acrescentar informações na caixa de comentários.
Não existem mais, mudaram de endereço ou estão fora do ar:
Publicado em 5.01.2010 na categoria Internet
Um dos melhores pontos de trabalhar com desenvolvimento web é ter a oportunidade de conhecer uma pá de gente interessante e fazer verdadeiros amigos. Nesses dois anos e meio com a Wenetus, sou grato a cada pessoa que nos ajudou em algum momento da empresa. Neste post, no entanto, queria fazer um agradecimento especial ao nosso funcionário número 1, Wilson Cordeiro.
Conheci Wilson quando a Wenetus estava fazendo o site de uma empresa que acabou não indo adiante. Ele estagiava nessa empresa e, por coincidência, era da mesma sala do meu sócio Rodrigo Muniz na faculdade de Web Design. Como a empresa onde ele estava não foi em frente e estávamos procurando estagiário, Wilson acabou tornando-se nosso primeiro estagiário, em julho de 2008.
Naquela época, não tínhamos nem uma sede física. Trabalhávamos de casa e nos virávamos como podíamos. De lá para cá, o comprometimento de Wilson com a empresa e o esforço em dar o melhor me impressionou muitas vezes. Já tinha tido essa mesma boa impressão com Rodrigo Muniz, mas ele é tão dono da empresa quanto eu, então um comprometimento total era o de se esperar. Com Wilson, em alguns momentos era até curioso, pois o estagiário era mais experiente e maduro que eu e Rodrigo, afinal o Sr. Wilson já era casado e tinha mais carnavais que nós dois.
Um ano depois, quando ele formou-se, não tivemos dúvida de que íamos contratá-lo e até hoje ele é o nosso braço direito em tudo o que fazemos na Wenetus. Nesse um ano e meio de casa, o projeto mais bonito que o Sr. Wilson fez foi a Clarinha. E está aí o blog que não me deixa mentir.
Wilsons, muito obrigado por tudo e vamos continuar fazendo a Wenetus crescer a cada dia :)
Publicado em 4.01.2010 na categoria A Cidade, Barcelona
Dia desses visitei aqui em Barcelona o Templo da Sagrada Família. Trata-se de uma obra megalomaníaca iniciada em 1882 (cem anos antes de eu nascer) e ainda sem data para terminar. Além de admirar a arquitetura da obra, ao visitá-la comecei a pensar bastante sobre os impactos do perfeccionismo e sobre a nossa própria noção de tempo.
Um ano depois de iniciada, a obra passou para as mãos do arquiteto Antônio Gaudi, que decidiu transformá-la em sua obra-prima e no máximo expoente da arquitetura modernista de Barcelona. Futuramente farei um post só sobre Gaudi, por enquanto basta apenas saber que o cara está presente em praticamente todo canto de Barcelona e que construiu prédios geniais através de uma intensa observação de como a natureza resolve problemas e esbanja beleza.
É preciso entender que esses 127 anos de construção não significam um período de tempo em que a obra está parada. Ela está sendo continuamente construída desde 1882. Durante um breve período, foi interrompida e teve algumas partes danificadas por conta da Guerra Civil Espanhola da década de 1930.
O motivo é que Gaudi encheu de detalhes e significados cada pedacinho da obra, incluindo 18 torres altíssimas que se contorcem, esculturas detalhadas na fachada contando toda a Via-Crucis, sete capelas, um claustro e mais um monte de coisas em 4.500 metros quadrados. A Sagrada Família, mesmo inconclusa, transformou-se em um ponto turístico e foi colocada entre os Patrimônios da Humanidade pela Unesco.
Fala-se muito que todo artista (e eu considero esse tipo de arquitetura uma arte) almeja alcançar a imortalidade através de suas obras. Sei que a noção de tempo no século XIX era bem diferente do imediatismo a que estamos acostumados atualmente, mas acredito que mesmo para aqueles padrões, uma construção de mais de 120 anos é muito. Até que ponto esse perfeccionismo e essa grandiosidade são válidos?
Publicado em 3.01.2010 na categoria Resenhas
1984, de George Orwell, é provavelmente o melhor livro no estilo distopia que já li. O livro foi publicado em 1949, ano em que o mundo vivia momentos de grande tensão: a República Popular da China era criada, a Alemanha era dividida e a União Soviética testava sua primeira bomba atômica.
Nesse clima de guerra, Orwell escreve um livro futurista carregando nas cores do presente da época. Em 1984, o funcionário público Winston vai da indiferença ao totalitarismo que dominou o mundo ao sentimento de revolta que o faz cair em uma armadilha criada pelo Partido do Poder.
O que me interessou mais do que a trama central em si, foram as ideias de George Orwell sobre como um regime totalitario pode agir para distorcer a verdade, apagar o passo, condicionar e vigiar as pessoas. O Partido do Poder, no livro, cria um novo idioma, estabelece os momentos de ódio, criminaliza o sexo que não seja para procriação e passa a vigiar todos com o Big Brother (o nome do reality show é inspirado neste livro).
1984 é uma metáfora sobre o poder e as sociedades modernas. Mostra claramente que os reais motivos pelos quais as guerras perduram é por interesse econômico e político (não importando qual país é seu inimigo hoje e se será seu aliado amanhã ou não). Pintou na época um futuro tão caótico que alertou muitas pessoas sobre o caminho pelos quais o mundo estava andando.
Além de tudo isso, 1984 inspirou diretamente a criação da minha graphic novel favorita, V de Vingança. Não é de se estranhar, portanto, que eu recomende que você tire um tempinho para ler esta obra-prima o quanto antes.
Publicado em 2.01.2010 na categoria Internet, Usabilidade
Quando eu estava desenhando e programando esta versão Sticker do Fator W, decidi não levar em consideração o famigerado Internet Explorer 6. Por usar muito PNG transparente e JavaScript, o visual do site ficou bizarro quando testei no velho navegador da Microsoft.
Como estava usando uma camiseta do Super-Homem no novo layout, tive um “momento-sacadinha” de publicitário e coloquei uma figura do Bizarro quando o Fator W é acessado com o Internet Explorer 6. O tosco está sempre lá, avisando ao visitante para atualizar o navegador, para o bem da internet e para a própria segurança dele.
Para quem não conhece, Bizarro é um vilão clássico da mitologia do Super-Homem. É o resultado de um clone mal-feito do azulão, que interpreta mal os comandos. Para ele, salvar quer dizer matar, bondade quer dizer maldade e assim vai. Qualquer semelhança com as más interpretações do IE6 é mera coincidência.
Achei que colocar o Bizarro seria uma forma bem-humorada de alertar os visitantes sobre os riscos de usar um navegador tão desatualizado. Só que parece que eles não viram tanta graça. Vez por outra recebo uma mensagem via formulário de contato com gente que se sentiu ofendida.
Será que devo tirar o Bizarro por ele ser ofensivo ou ele está cumprindo seu papel de alertar sobre os problemas do velho navegador?
Publicado em 1.01.2010 na categoria Lifestyle
Diferentemente de 2008, 2009 foi um ano em que decidi não estabelecer metas. Só levar as coisas e ver no que é que dava. O resultado foi um ano totalmente imprevisível: entrei e saí de uma graduação em Direito, consegui um monte de clientes novos para a Wenetus, remodelei este site, li 38 livros, vi filmes que achava que nunca veria, fiz uma timeline da vida levando a sério, troquei a academia por exercícios ao ar livre, comprei um iMac, virei vegetariano, aprendi espanhol, estudei budismo, liberei todo o conteúdo do Fator W em licença Creative Commons e, depois disso, larguei tudo para vir para Barcelona.
O motivo racional foi para fazer uma pós-graduação em Marketing Relacional, Direto e Interativo. Estava querendo voltar a estudar mais a sério, então aproveitei que Cecília viria para Barcelona e decidi (de última hora) ir junto. Tive dois meses apenas para resolver tudo e viver minha primeira experiência fora do Brasil.
Por sorte tinha uma estrutura que me permitia viajar e continuar trabalhando. Agradeço todos os dias ao Rodrigo Muniz por estar tocando a parte burocrática e operacional lá na sede no Recife e agradeço muito também ao Sérgio Xavier que ofereceu que eu continuasse trabalhando para a SX Brasil mesmo sem eu ter pedido nada. Dei muita sorte na vida de encontrar amigos tão leis que me permitissem fazer essa pequena loucura em nome do amor (sobe o som, música romântica).
Para 2010, as perspectivas são animadoras. Estou adorando Barcelona, mas quero voltar o mais cedo possível para colocar em prática na Wenetus e na SX Brasil tudo o que estou aprendendo aqui na pós-graduação, sobretudo no que se refere a atendimento, negociação e soluções criativas. Além disso, quero ajudar e ver de perto a candidatura de Marina Silva para presidente.
Feliz ano novo a todos!
Publicado em 23.12.2009 na categoria A Viagem, Barcelona
Passar Natal e Réveillon na estrada conhecendo as principais cidades da Itália. Essa é a missão da viagem que começo hoje junto com Cecília e mais dois amigos. Conseguimos passagens de avião de dois euros (com direito apenas a uma pequena mochilinha, claro) e alugamos um carro para rodar a Itália.
Iremos de baixo para cima: começamos em Roma e fazemos um primeiro trecho grande até a cidade de Pisa, para ver se a torre já caiu ou não. A segunda perna é mais curtinha, até Florença, berço do Renascimento. Depois rumamos mais à leste para conferir se essa história de que Veneza é a “Recife italiana” é verdade mesmo ou se é só um sonho megalomaníaco dos italianos. Por fim, vamos a Milão ver se todas as mulheres são modelos que andam photoshopadas pelas ruas.
Visualizar Italy Road Trip em um mapa maior
Segundo o Google Maps, percorreremos 778 quilômetros na brincadeira, que vai durar até 4 de janeiro. Devemos passar o Natal em Roma, com direito a Missa do Galo, e Réveillon em Veneza ou Milão.
Tentarei fotografar e filmar o que der para depois fazer um post com dicas para quem quiser saber quando, como e por quanto fazer esse tipo de viagem. Por enquanto, só temos as passagens de avião e o carro alugado. Hospedagem, alimentação e outros detalhes vamos vendo no decorrer dos dias.
Como provavelmente só volto a postar em 2010, deixo a todos os leitores do Fator W um desejo de Feliz Natal e um 2010 cheio de avanços no que quer que estejamos buscando.