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O cliente não pode comprar um template, mas o desenvolvedor usa tudo free

Publicado em 11.12.2006 na categoria Mercado

Uma das conversas mais batidas na área de desenvolvimento web é a tal da concorrência desleal dos chamados “sobrinhos”. Não passa uma semana sequer que o assunto não venha à tona em listas de discussão, fóruns ou blogs. A classe dos desenvolvedores de internet deve ser a de maior choradeira de todos os tempos, mas costuma olhar muito para fora e pouco para dentro.

Embora sejam os primeiros a se levantar contra a contratação de “sobrinhos” (sinônimo generalizado para designers amadores sem preocupação com a qualidade final do produto), os designers web que se dizem profissionais ainda pecam muito em realmente profissionalizar sua atuação.

O exemplo mais latente é o uso de “tudo free” para minimizar os custos de produção. Os softwares geralmente são piratas. As fontes, mesmo comerciais, são usadas sem o menor pudor. Fotografias somente de bancos de imagem, na maioria das vezes sem crédito. Direitos Autorais para trilha sonora para filmes em Flash, então, nem pensar.

Escrevo esse post motivado por uma discussão surgida na lista de discussão arqHP há alguns dias. O intuito não é criar polêmica nem ofender ninguém, são somente pontos que devem ser refletidos por todos.

Afinal, é somente construir sites dentro dos padrões que diferencia o profissional qualificado dos “sobrinhos”? Por que o cliente é sempre criticado ao comprar um template se o que muita gente faz é reunir elementos sem grandes preocupações com transmissão da mensagem?

25 Comentários

  1. Imagem do autor do comentário
    Marcus Danillo

    “Os softwares geralmente são piratas”

    Esse é o maior problema que eu vejo. Uma coisa tolerável é a mocinha que tem Photoshop pirata para fazer pequenas modificações nas suas fotinhas da balada, outra é ver um profissional trabalhando com Dreamweaver ‘de dez conto’ (desses que normalmente vêm com um Corel Draw de brinde). Isso sim eu acho inaceitável.

  2. Imagem do autor do comentário
    Rodrigo Maia

    Realidade brasileira.
    O que acontece é que se a pessoa for ser totalmente legal ela teria que cobrar 15 mil um site.

    Porém existem alternativas com softwares livres.

    Seria bom fazer uma lista com esses softwares livres como GIMP, PSPAD, etc.

    Abraços.

  3. Imagem do autor do comentário
    ymarceloy

    Cara antes de falar esse tipo de coisa, se olhe no espelho. Você não passa de um pseudo-designer, que entende vagamente alguns conceitos básicos e acha que já é o suficiente para fazer todos os layouts dos trampos que pega. Veja bem, não estou questionando suas qualidades quanto a desenvolvedor web ou mesmo como coordenador de projetos, pois nessas áreas você parece ser muito bom. Mas, você adverte o seu cliente que não é designer e que tem apenas uma idéia vaga sobre a área? E isso? Também é ético? Você faz sites e usa um monte de ícones free, ou não, ao invéz de criar para o seu cliente, e ai, isso também é ético?

  4. Imagem do autor do comentário
    Walmar Andrade

    Ué, e em que parte do texto eu me excluí da crítica?

  5. Imagem do autor do comentário
    Thalis Valle

    Walmar,

    Você cutucou a ferida de muita gente, agora. O que você disse é a realidade. Mas, não concordo quando diz que a qualidade dos profissionais se dá pelas conforme suas ferramentas de trabalho. Isso depende de muitos fatores, os quais resultam nessa realidade de profissionais de internet. Esses “sobrinhos” que eu penso nesse momento, são as pessoas que não estão em situação de atender/dar soluções e se comunicar com seus clientes, conforme o nível de conhecimento.

    Por exemplo, um “sobrinho” formado em ciencias contabeis (que conheço) que resolve pegar um “frela” a preço “mixuruca”, porque nas horas vagas gosta de fazer “homepages”, isso sim é um anti-profissional de web. Isso não poderia acontecer. Agora, julgar um “cara” que vem trabalhando com internet a tanto tempo, mas que ainda não tem destaque no mercado ou não tem condições de legalizar todos os softwares que usa, não pode ser tratado como mais um sobrinho. Digo isso, porque já me vi nessa situação, quando comecei a trabalhar com internet profissionalmente. Pra ser um profissional, não basta apenas ter tudo bonitinho legalizado, um super-escritório, se ele não é aquele cara que realmente faz e tem atitude; que além de atender e dar solução aos clientes, contribui de alguma forma na internet.

    Muita coisa só vai acabar, quando tiver lei de verdade. E para estar dentro da lei, não bastará um curso de webdesign e nem saber mexer com html. teriam que passar por provas, como concursos elaborados por profissional reconhecidos, que tem muita experiência.

    Abraços

  6. Imagem do autor do comentário
    Marco Gomes

    Mudando de assunto sem sair do tema:

    GIMP pra substituir Photoshop? Só se for na sua terra né? GIMP não passa NEM PERTO do PS.

    Pra mim, na etapa de codificação qualquer coisa que deixe o código colorido e endentado serve, Quanta, Bluefish, Dreamweaver, Notepad++. Não importa, uns dão mais produtividade, outros menos, mas nenhum impossibilita o trabalho.

    Já tentar fazer layout no GIMP mata qualquer prazo. O que dá pra fazer é criar elementos do GIMP, como cabecalhos, botoes, bordas etc, depois ir montando direto no HTML, mas esse não é o processo padrão das agências, também dificulta um pouco o trabalho.

  7. Imagem do autor do comentário
    Walmar Andrade

    @Tallis:

    Se a pessoa não tem condições de comprar um carro, ela rouba um carro? O que fazemos com os softwares piratas é exatamente isso. Ah, eu não tenho grana para comprar um Photoshop. Então não o use, diz a lógica.

    Obviamente a facilidade de se conseguir a cópia pirata e o sentimento de impunidade faz com que usemos o programa mesmo assim. Deve-se, no entanto, ter ciência do que está fazendo e não culpar a conjuntura sócio-político-econômica pelo crime que se está cometendo.

    Qual a percentagem da renda mensal que estamos economizando para legalizar o Photoshop ou outro programa que o valha?

  8. Imagem do autor do comentário
    Elianderson

    Vixi, que assunto difícil de falar. Porque em tantos momentos eu me identifico sim com um ‘sobrinho’, nesse caso. Realmente ainda nos falta o profissionalismo suficiente para darmos crédito para as fontes do nosso trabalho (fotos, trilhas, softwares), porque é fácil criticar a conjuntura econômica do país, difícil é admitir que estamos todos na ilegalidade e achamos tudo muito normal. E é ai que voltamos para o velho ponto: não tenho moral alguma pra críticar quem rouba mil, seu eu estou roubando trezentos. Estou tão ilegal quanto.

    Mas… alguem tem uma solução legal e mais barata? :s

  9. Imagem do autor do comentário
    Junior

    Eu duvido que exista alguém aqui que está totalmente na legalidade.
    E outra, todos quando começamos também não dávamos a mínima pra isso. Porém, agora convém dizer, né? Tsc, tsc.

    Pergunta é: Porque tanto se importam se o programa é pago ou não? Só porque você pagou? Ah então é porque te convém.

  10. Imagem do autor do comentário
    Andre Viana

    Tema dificil cara, tem que saber lidar bem com as palavras, Eu acredito que o profissional tem que saber se virar, mas a parte ruim dessa historia é que a nossa profissão, fica uma pouco limitada sem o uso de algumas ferramentas. Enquanto não rolar um investimento para as ferramentas free se destacarem no mercado de trabalho, o jeito vai ser esse ai mesmo.

  11. Imagem do autor do comentário
    Newton Wagner

    Essa questão do “sobrinho” é complicada. Como desenvolvedor, eu não vejo este tipo como um problema pra mim. Se o meu cliente me largou pra contratar alguém com menos experiência, provavelmente ele não quis pagar aquilo que eu acho que vale meu trabalho. Se o cliente se enganou, um dia ele vai procurar um profissional e provavelmente eu esteja na lista de contatos dele.

    Quanto ao que falaram de, não devia trabalhar, não concordo. Eu já fui um “sobrinho”, vendendo “homepages” a R$ 150,00. Ta certo que os tempos eram outros.. isso foi em 99, e encontrar informação era muito mais difícil. Mas era o começo. Errando também se aprende.

    O Walmar tocou em um ponto fundamental, mas que pra mim não caracteriza um profissional ser “sobrinho” ou não. Usar software pirata é não é só anti-ético, é crime. Infelizmente a realidade brasileira é outra. Ou você usa um software livre (como o GIMP citado pelo Marco Gomes), ou entra pro clube dos piratas. Mas há uma saída.. se você cobra vários mil reais por um site, talvez não seja tão doloroso assim comprar o software que te fez ganhar essa grana.

  12. Imagem do autor do comentário
    Thalis Valle

    “Eu duvido que exista alguém aqui que está totalmente na legalidade.”

    Junior, que bom seria se em casa, na minha mesa, no meu pc, todos os softwares que faço uso fossem originais, registrados; legalizados. Mas ningupém tem “cara” pra dizer isso aqui, não é?

    Infelizmente, terei que abandonar 3 anos trabalhando com internet profissionalmente (ja tendo participado de projetos como: Arno do Brasil, Fiat União, Mustang Pluron) porque não terei dinheiro pra comprá-los todos. Sinceramente.

    Como eu disse lá em cima, nesse caso, a minha situação financeira não permete que eu trabaleh como profissional de web. E alguns médicos trabalham como medicos (legalizados) sem terem ao menos se formado. Alguma spessoas morrem. Conheço duas pessoas vítimas, assim… E aí, meu amigo?

    É por isso que devemos apoiar, OPEN SOURCE!

    Abraços

  13. Imagem do autor do comentário
    Ricardo

    Poxa, mas com esse portfolio vc nunca conseguiu legalizar suas ferramentas?
    Nossos clientes estão longe disso e aqui temos 4 Dell novos, todos os softwares legalizados, alias o unico que falta é o PS …

    É possível ser todo legalizado com certeza, precisa ter consciencia e prioridade …

    Considero sobrinho a pessoa que não é profissional da área e atua como se fosse: Ilegalidade, falta de conhecimento e preço desleal.

    Fazer site é fácil, ser profissional nem tanto …

  14. Imagem do autor do comentário
    Walmar Andrade

    Ricardo,

    O portfolio da empresa onde eu trabalho não é diretamente proporcional à minha renda. Quando falei que não me excluía das críticas estava me referindo à minha máquina pessoal, em casa.

  15. Imagem do autor do comentário
    Bruno Alves

    Parabéns pelo texto, excelente.

    Se a pessoa não consegue ter planejamento para adquirir suas ferramentas de trabalho com o fruto do mesmo, não pode ser chamado de profissional.

    O problema da pirataria é muito mais comportamental do que sócio-econômico, as pessoas pirateiam até o Linux (já vi vendendo em camelô e a pessoa comprando se achando esperta).

    Quanto ao “Eu duvido que exista alguém aqui que está totalmente na legalidade.”

    Não uso nenhum software pirata, nem mesmo MP3 pirata, por favor não me inclua nesta situação.

    Abraços

  16. Imagem do autor do comentário
    Ricardo

    Walmar, essa parte do meu text nao se referia a você, mas ao comentario acima do meu.

  17. Imagem do autor do comentário
    Junior

    Bruno,
    Até o seu winrar é legalizado?
    Profissional é aquele que tem software legalizado?

    Estamos falando de quem trabalha com web, não de camelô. Não acho que seja mais comportamental do que sócio-econômico, até mesmo pq o fator 1 gerou o 2.

  18. Imagem do autor do comentário
    Vitor VTM

    Se fosse pagar todos os softwares que possuo no meu pc, passaria de 20 mil facilmente.
    Concordo, o Gimp ainda não se equipara com o ps nem na versão 7. Ainda falta diversos recursos como type tool, move tool, laye style etc.
    Não vou falar que sou contra a pirataria, pois uso software pirata. São raras as pessoas que possui somente softwares originais eu particulamente só conheço, acho que é meio impossível não ter algo ilegal no pc, como imagens, vídeos e midias em geral.
    A questão que quero levantar é… alguém aqui acha que a Adobe, Microsoft, Oracle etc. Estão se importando com a pirataria???????
    Quem mais sai ganhando nessa história são elas, o principal foco dessas empresas são justamente outras empresas e não usuários.

  19. Imagem do autor do comentário
    Vitor VTM

    Só uma observação, os ícones de anterior e próximo do blog.

    VISTAICO TOOLBAR
    http://www.vistaicons.com/icon/i141s0/vistaico_toolbar_icons.htm

    Você tem a licença para usar esses ícones, ou plagiá-los ou foi mera coincidência.

  20. Imagem do autor do comentário
    Vitor VTM

    Quero frizar que não é um desmerecimento, só quis dá um exemplo que acontece com diversas pessoas inclusive comigo. Quando acho algo legal, tento me espelhar em partes, acho o que é bom deve ser tomado como referência não como cópia, em questão de ícones tenho diversos, acho que tempo é algo precioso e quando posso poupá-lo é perfeito.

  21. Imagem do autor do comentário
    Thales Oliveira

    Bruno Alves: A maioria das distribuições Linux da a liberdade de fazer o que quiser com elas inclusive vender. E o que seria um Linux pirata? Como funciona um Linux pirata uma vez que ele é free e open source?
    (obs: Red hat é um exemplo de Linux pago, mas como você generalizou Linux, também generalizei usando a maioria como exemplo).

    Junior: Outro caso de generalização, desde meu S.O até meu editor de imagens é free, mas não sou santo, tenho um PS pirata que raramente acontece de ser usado mas é usado, tem arquivos psd que se abrir com o Gimp lasca tudo, não compro um photoshop porque não vale o investimento para emular o mesmo e rodar bem “fraquinho” e cheio de bugs no Linux.

    Quanto ao post: Se a Agência Click usar software pirata deixaram de ser profissionais? Acho que não, só estarão cometendo um crime.

    profissional
    pro.fis.si.o.nal
    adj m+f (lat profissione+al3)
    1 Relativo, próprio ou pertencente a profissão: Ética profissional.
    2 Que prepara para certas profissões: Escola profissional.
    3 Que exerce uma ocupação como meio de vida ou para ganhar dinheiro: Soldado profissional.
    4 Que exerce, por dinheiro, uma ocupação comumente exercida como passatempo: Futebolista profissional.
    5 Exercido como meio de vida, ou pelo ganho, por profissionais ao invés de por amadores: Futebol profissional.
    6 pej Que faz um negócio ou meio de vida de algo que não é propriamente considerado como tal: Político profissional.
    s m+f
    1 Pessoa que exerce, como meio de vida, uma ocupação especializada: Os profissionais da publicidade.
    2 Pessoa que faz por ofício uma coisa que comumente é feita por amadores: Os profissionais do futebol.

    Quanto aos “sobrinhos”: O que ferra com que tem como profissão o desenvolvimento web são os preço ofertados por outros profissionais, é a concorrência desleal.
    Mas não tem como acabar com isso, o jeito é como você disse olhar para nós e nosso serviço e ver como aumentar o valor(Não preço, mas valor) dele perante ao cliente.

    Se la vi.

    Abraço a todos

  22. Imagem do autor do comentário
    Alexandre

    Assisti uma palestra do Roberto Shinyashiki e ele foi questionado sobre o problema de quando um vendedor, ou dono de comércio diz algo do tipo “Fulano comprou um produto inferior só porque era mais barato, ele nao entende minha qualidade”.

    É a mesma coisa que acontece aqui, os “melhores” criticando os piores, os “sobrinhos”.

    Roberto respondeu que o problema não são esses menores e sim que os maiores não souberam vender o produto. Ou seja, a culpa é “sua” se você não consegue vender seu produto melhor e mais caro. Você que não soube convencer o cliente que seu produto mais caro tem mais qualidade e melhor retorno do que o carinha da esquina que usa computador positivo e faz, teoricamente, o mesmo serviço.

    Entao, quem reclama que perde serviço para os piores é na verdade quem não sabe vender. “Palavras” de um palestrante famoso!

    Eu mesmo, fui em empresas contratar layout pra site e cobravam muito caro. Acabei comprando de um dito “sobrinho”. Porque? Ele entregou um excelente layout, em um prazo pequeno e eu sei, obviamente, que ele usou software pirata. Eu podia pagar o mais caro, mas não paguei porque nao foi me apresentado nenhum beneficio que fosse valer a pena.

    Por fim, hoje, esse “sobrinho” está crescendo, abrindo a propria empresa e se legalizando. Conclusao, serviço mais caro, mas com qualidade, porém irá atingir outros clientes. Eu continuarei comprando dele sempre que tiver projetos rentáveis, apesar do valor mais alto, a qualidade está subindo cada vez mais.

    Enfim, quem reclama que perde serviço é porque não sabe vender.

  23. Imagem do autor do comentário
    Robson

    Aqui também tentamos nos virar com Softwares Livres e de graça como forma de reduzir custos ao cliente final e temos tido bons resultados. Há 5 anos aboli completamente Windows, Office e outros programas para dar lugar a Linux BrOffice etc. Realmente não podemos comparar Photoshop e GIMP, mas optamos por usar GIMP assim mesmo. O mesmo dizem sobre o Corel em relação ao Inkscape. Sabemos das limitações mas optamos por trabalhar com ética. Sinceramente crescemos muito mais sem esses softwares facilitadores. Hoje desenvolvemos muito melhor o código-fonte do que antes, quando tínhamos o Photoshop fatiando tudo e gerando o código sozinho (cheio de sujeiras), ou na época que o Fireworks integrava com Dreanweaver, gerando código igualmente fácil e poluído.

    Se todos usassem apenas sofwares originais. mesmo aqueles que só usem para tirar olho vermelho de suas fotos, muitos profissionais web seriam mais valorizados. Concordo com o amigo de que muitas vezes a culpa é nossa quando não convencemos os clientes da nossa qualidade em relação ao concorrente sobrinho, mas muitos clientes não fazem idéia real do nosso trabalho e pra eles qualquer coisa serve. rsrs. Infelizmente nem todos os clientes entendem um projeto online como algo que deve refletir a imagem da sua marca, do seu produto, da sua idéia. Então pra eles tanto faz se o design será todo feito a mão por um artesão ou se comprará algo que seu concorrente tem igual.

    Mas nós, de alguma maneira, talvez façamos a mesma coisa com outras áreas. Muitos não compram cozinha planejada se podem ter móveis dessas lojas de grande escala, mesmo sabendo que a madeira usada não é tão boa assim. Roupas também e por aí vai. Outro fator é grana mesmo. Fica muito mais caro personalizar e nem todos entendem o custo-benefício disso. Mesmo assim continuamos insistindo em oferecer sempre opções personalizadas usando o que nos é possível hoje. Quando nossos clientes justificarem isso, compraremos sofwares originais e teremos mais campo de trabalho, melhor prazo etc. Só não vamos nos render ao crime para justificar nosso desejo de sucesso. Por enquanto vamos procurando parceiros para fazer o que ainda não nos é possível, como design em flash por exemplo, e oferecendo outras soluções mais acessíveis a clientes que não exijam personalizações. Talvez sejamos sobrinhos para alguns. Talvez sejamos profissionais para outros. A questão é o que você pensa sobre si e o que pode fazer para melhorar sempre.

  24. Imagem do autor do comentário
    bebeto_maya

    Marco Gomes:

    “GIMP pra substituir Photoshop? Só se for na sua terra né? GIMP não passa NEM PERTO do PS.”

    Marco, você é um profissional competente, porém cheio de preconceitos. Gimp para Web é perfeito, não falo em saída para impressos, devido ao suporte péssimo em CMYK. Mas em questão de produtividade, não tenho dúvidas que se ele não tem layer effects nativo (expansível gratuitamente a partir de um plugin de terceiros), tem scripts que automatizam a criação de logos e e efeitos, excelente facilidade para trabalhar com camadas e um eficaz módulo para exportar imagens em jpg como perda mínima e tamanho muito reduzido. Além do que, digo por experiência própria que os degradés do Gimp são melhores que os do Photoshop.

    Sim, na minha terra tem Gimp e ele chega bem perto do Photoshop em muitos recursos, a começar pelo navegador de imagens, bem mais prático que o do Photoshop. E minha produtividade não foi reduzida. Não abandonei o Photoshop, adicionei o Gimp.

  25. Imagem do autor do comentário
    Thales Oliveira

    Marco Gomes:

    “GIMP pra substituir Photoshop? Só se for na sua terra né? GIMP não passa NEM PERTO do PS.”

    http://scienceblogs.com/insolence/facepalm.jpg

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