O termo Web 2.0 vem ganhando o mundo como sinônimo de uma internet simples, rica, útil e principalmente inovadora. GMail, del.icio.us, Bloglines, Wikipédia, Flickr, Google AdWords e AdSense são alguns exemplos que representam bem este novo paradigma, que acordou para o fato de que a internet não deve ser um lugar somente para “páginas” (e esse termo é bem adequado à Web 1.0).
Mas, e o Brasil nisso tudo? Somos campeões mundiais no uso do Orkut e do Fotolog.net, passamos mais horas conectados do que muitos países desenvolvidos e, no entanto, não desenvolvemos nenhuma dessas aplicações que quebraram os antigos paradigmas sobre o uso da web. Em outras palavras, nada disso está diretamente trazendo renda para o país, empregando profissionais web tupiniquins ou ajudando a desenvolver o setor de tecnologia da informação nacional.
Até mesmo o uso das regras definidas pelo W3C como padrões internacionais para construção de sites ainda são pouquíssimo seguidas aqui, mesmo pelas maiores agências de internet. Como produzir para a Web 2.0 se ainda parecemos estar na versão beta da primeira?
Nem tudo é desespero, no entanto. Existem cabeças pensantes antenadas com o que está acontecendo e produzindo de um jeito diferente. Quem faz algum esboço de Web 2.0 no Brasil? A Atípico faz, o Camiseteria.com faz, os caras do Tableless… não são muitos os exemplos, mas já é alguma coisa.
O problema é que o termo vai passando de boca em boca e muita gente já o usa para fins de marketing, como alerta o próprio Tim O’Reilly – um dos fundadores do “movimento” – no seu artigo What Is Web 2.0. Esse tipo de atitude pode até desgastar o termo, mas o paradigma pode superar essa questão da nomenclatura e continuar a se estabelecer. O que importa é a atitude de criar uma internet inovadora, centrada no usuário, onde o que importa é o conteúdo – criado por uns e modificado por muitos.











Tem muita gente boa falando coisas interessantes a respeito da WEB 2.0. Principalmente nos Estados Unidos, Europa e Brasil.
E também tem gente boa desenvolvendo produtos, serviços e aplicações para WEB 2.0.
Aceitam um desafio?
Acesse o site http://www.webviolin.com e comente se o Brasil está ou não na vanguarda mundial da WEB 2.0. (garanto que não irão se decepcionar!)
Obs: Acesso somente com Internet Explorer (a versão para Fire fox estará disponível no segundo semenstre de 2006)
Abr,
Brazil 2.0