Uma das coisas que mais me irrita ao navegar pela web são os banners para chamadas internas. Você deve saber do que estou falando: o “webdesigner”, ansioso por preencher espaços, tasca uns banners na home mesmo que não esteja previsto espaço para propaganda no site. Nas tripinhas de jpeg ou gif, chamadas para seções internas do site.
Ok, vamos ser mais justos, por vezes nem é culpa exclusivamente do designer. Alguns clientes também têm a estranha mania de achar que um banner chamando para a seção “quem somos” é o ideal para dar destaque à história da empresa, ou coisa que o valha.
A Resistência
O que fazer nesse caso? Como sempre, pensar no usuário e, a partir desse foco, convencer o cliente do que é certo: se é uma chamada interna, que tal usar um link para a seção?.
O principal argumento que se pode utilizar é o simples fato de que os usuários já tem o reflexo condicionado de não prestar atenção em banners.
As causas da tal cegueira de banner foram muito bem explicadas por Fred van Amstel no Usabilidoido:
- Acomodação por estímulo repetitivo
- Más experiências prévias
- Expectativa do usuário ao entrar no site
Se esses argumentos não convencerem e os banners entrarem de qualquer jeito, você pode esperar um ou dois meses, coletar métricas e, a partir de um relatório de estatísticas de cobertura do site (como o oferecido pelo Google Analytics) mostrar que as pessoas clicam pouco no banner, provando que ele não chama tanta atenção quanto o cliente previa.








Legal, mais eu acho que já está caindo em desuso mesmo. Com a influencia da Web 2.0 os sites já estão entrando numa nova era de design onde o principal aspecto é a leveza e a usabilidade. O seu blog mesmo passa essa impressão.
Até mesmo os textuais do adsense já não chamam mais atenção de ninguém.
Concordo que banner para preencher áreas internas é uma furada, mas o banner ainda tem seu valor. Concordo também com a cegueira. Ela é real, mas o papel do banner deixou de ser o click para ser de branding.
A criatividade de quem faz o banner influência também. Quem nunca clicou em um banner?
Grande abraço Walmar.