A experiência de assinar o Valor Econômico
Publicado em 4.06.2008 na categoria Finanças
No começo do mês passado, tomei a iniciativa de fazer uma assinatura do jornal Valor Econômico. Para quem não conhece, é um jornal especializado em empresas, investimentos, economia e quejandos, em moldes parecidos com a tradicional Gazeta Mercantil. Desde então tenho recebido, de segunda a sexta-feira, edições do jornal com uma série de informações sobre esse mundo dos negócios.
Minha primeira dúvida foi se eu teria tempo para ler toda essa quantidade de informações, primeiro por conta da correria do dia-a-dia e segundo porque o jornal - por não ser local - não chega no comecinho da manhã como os jornais de Pernambuco. A constatação é que, realmente, não dá para ler tudo todo dia. Na verdade, em três dias eu joguei fora o jornal inteiro sem nem ter lido porque não deu tempo.
A minha segunda dúvida é se eu teria interesse em ler, ou, em outras palavras, se aquelas informações seriam relevantes para mim. Embora eu esteja entrando nesse mundo do empreendedorismo, uma pequena empresa está muita vez bem longe do universo que é tratado em boa parte das matérias do jornal.
Os resultados
Embora não leia o jornal inteiro todo dia, encontro em cada edição matérias interessantíssimas de negócios e investimentos. Além disso, tenho aprendido bastante e, principalmente, tenho ampliado meu vocabulário econômico, passando a entender melhor assuntos sobre os quais antes eu tinha apenas uma vaga noção.
Como eu suspeitava, o universo tratado ali é bem diferente daquele que é vivido por uma pequena empresa. As atitudes, entretanto, não são. As mesmas idéias que uma AmBev da vida usa para negociar preço com fornecedor pode ser utilizada - guardadas as devidas proporções - por uma pequena empresa. Então, sim, os resultados têm sido bastante benéficos para os meus objetivos.
Claro que esse é apenas o primeiro mês de experiência e com o tempo minhas opiniões podem mudar, para melhor ou para pior. Mas, até agora, tem valido a pena. E não, este não é um post patrocinado pelo Valor Econômico.





Walmar,
Eu assino a revista PEGN e recebo exemplares desde abril. Ela é muito mais focada em empreendedorismo do que o jornal VE, que é mais voltado pra negócios e finanças. Ainda assim, você encontra muitas matérias sobre negócios e finanças, mas com foco em empreendedorismo.
Além disso, há um espaço dedicado ao Sebrae trazendo informações para quem deseja abrir o seu próprio negócio ou mesmo para quem deseja tirar dúvidas.
Fica a dica!
Walmar,
Também tenho a oportunidade de ler diariamente o Valor Econômico, e é exatamente o que você disse, não dá tempo para ler o jornal inteiro todos os dias, mas tem sempre alguma coisa que me interessa e que vale a pena conferir. Tenho lido também a revista Exame PME, que sempre tem matérias interessantes e enriquecem meu conhecimento, além de várias coisas na internet em vários portais e blogs interessantes.
Tenho uma grande paixão por empreendedorismo que vem de berço, dito que meu pai (Wagner Fontoura) é um empreendedor nato, e desde criança tenho presenciado e participado de experiências que me fez tomar gosto por este “life style” e esté sempre trabalhando para transformar idéias em negócios.
Grande abraço!
Ei Walmar: a boca fala do que o coração está cheio. Quando você se coloca nessa posição de empreendedor e passa a viver dentro dessa perspectiva os resultados aparecem. Não é perda de tempo passar horas a ler um jornal, porque você agrega valor à sua base de conhecimento.
As pessoas não conseguem enxergar o benefício porque o mais comum é só perceber resultados de curto prazo. Uma matéria que você lê hoje pode ter uma utilidade imensa daqui há alguns anos.
Somente pessoas de visão conseguem perceber o benefício em pensar negócios de maneira estratégica.
Abraços e sucesso!!!
Walmar,
Certamente que a “tática” de abordagem das corretoras financeiras nas calçadas tem mesmo a lógica de fisgar os incautos. Não posso mensurar, mas acredito que seja um número expressivo de pessoas que sejam convidadas a “ir lá dentro” e acabam contraindo empréstimos.
Não sei, também, se haveria uma legislação que impedisse este tipo de prática.
Um grande abraço e obrigado pela visita.
Jorge Alberto
Walmar, eu leio todos os dias o Valor, mas confesso que também não consigo “fechar” o jornal.
Talvez por lê-lo apenas no escritório, durante minhas leituras diárias par o blog e para as discussões nas redes virtuais.
O que gosto muito, é o caderno de Empresas e Tecnologia, esse sim consigo ler inteiro, exceto quando alguma matéria não interessa.
A segunda coisa que me chama atenção é um índice por empresas do jornal, onde vc pode procurar em que página a empresa aparece.
Por último, acho bastante interessante a página do Wall Street Journal. Com informações de negócios que refletem diretamente nas grandes empresas no mundo todo.
Boa Leitura e abraços!
Walmar,
Também estou entrando nesse mundo do empreendorismo agora. Inúmeras reuniões com meu futuro sócio. Quanto ao Valor Econômico eu assinei o Feed, deixo marcado algumas notícias para ler depois, porque com a correria do dia-a-dia muitas vezes só consigo ler o título da notícia mesmo. Tem alguns termos no mundo da economia que eu não entendo e por conta disso recorro ao Google o que gera muitas vezes mais tempo ainda para ler uma notícia. Mas vamos que vamos, tentando e correndo atrás das informações que pipocam a cada segundo!