Publicado em 6.05.2009 na categoria Produtividade
Geralmente quando se fala em produtividade lembramos logo de sistemas, metodologias, atitudes, PDAs, moleskines etc. Esquecemos, entretanto, que somos nós - pessoas - que produzimos (ou mandamos produzir), utilizando o próprio corpo.
Se o organismo estiver debilitado ou em ritmo lento, fica difícil atingir uma boa produtividade e o próprio nível de qualidade de vida cai bastante. Algumas empresas já descobriram isso e investem um pouco nessa ideia: ginástica laboral, nutricionistas nos refeitórios, incentivos mentais etc.
Infelizmente esse é o tipo de questão que depende muito mais de nós mesmos do que de um terceiro. A equação é simples, mas não é fácil: basta alimentar-se corretamente, praticar exercícios físicos regularmente, dormir bem e exercitar o cérebro. Leia o texto completo
Publicado em 29.04.2009 na categoria GTD, Produtividade
Não deve ser novidade para ninguém que acompanha este blog que utilizo os princípios da metodologia GTD (Getting Things Done) para organizar minhas tarefas. Se você não sabe o que é GTD, leia o post do Fator W apresentando o assunto e depois siga neste post.
Não sigo a metodologia à risca, utilizo apenas o que se mostrou funcional no meu dia-a-dia. Os grandes princípios que adoto são, principalmente:
- Anotar tudo fora da cabeça
- Desmembrar grandes projetos em pequenos passos
- Manter listas organizadas com essas anotações e passos
- Fazer a revisão semanal
Para tanto, tive que adotar um sistema que me ajudasse com essa organização. Já testei diversos, inclusive papel e caneta. Nenhum deles, entretanto, conseguiu superar o software gratuito, com versão em português e baseado na web chamado Remember The Milk. Não falarei aqui das funcionalidades do Remember, pois já fiz em outro post. Leia o texto completo
Publicado em 22.04.2009 na categoria Produtividade
Desde que terminou no Fator W o Reality Show Meu Último Freela tenho vontade de publicar alguma outra série de posts. Como uma nova sobre projeto web ficaria muito repetitivo, decidi voltar a escrever sobre produtividade.
A série Meu Framework de Produtividade, como o próprio nome diz, vai falar dos recursos - físicos ou não - que utilizo para lidar com os afazeres do dia-a-dia: gerenciar a Wenetus, produzir os projetos da Wenetus, coordenar a equipe de projetos da SX Brasil, preparar-se para ministrar as cadeiras de Usabilidade e Arquitetura de Informação, escrever em uns sete blogs e sites e otras cositas más.
Já tenho essa ideia na cabeça há algum tempo, mas evitei escrever durante um tempo pelo excesso de “eu” que a série terá. Refletindo melhor, entretanto, vi que posso ajudar algumas pessoas escrevendo esses posts.
Mesmo assim, algumas ressalvas serão necessárias: trata-se de ferramentas e técnicas que funcionaram para mim, o que não quer dizer que vai funcionar para todo mundo. Além disso, não há nada do que escreverei que seja definitivo. Utilizo o que funciona e descarto quando para de funcionar para mim. Ou quando eu simplesmente encho o saco.
Dessa forma, quem ainda estiver por aí vai poder acompanhar em posts semanais (ao menos essa é a pretensão), essa minissérie em cinco capítulos em que qualquer semelhança com a coincidência é mera realidade:
- GTD, Remember The Milk e smartphone
- Combustível biológico
- Livros, filmes e músicas
- Cabeça de planilha
- Zafu e o treinamento Jedi
Publicado em 6.12.2008 na categoria Produtividade

Don’t tell me what I can’t do. Quem assiste ao seriado Lost já cansou de ouvir John Locke repetir esse bordão que é, ao mesmo tempo, uma frase de auto-motivação e uma ameaça para o interlocutor.
Embora dita em situações extremas, essa sentença é bastante útil quando achamos que fazer alguma coisa é impossível. Decidi experimentar por mim mesmo esses limites que nos impomos gerando, no comecinho de 2008, uma lista de metas relativamente audaciosas para o ano.
Isso porque falei muito no final de 2007 aqui no blog sobre traçar metas e objetivos, mas sentia que não estava aplicando isso de fato no meu dia-a-dia. Listei então 15 coisas que estavam me incomodando, que eu queria atingir, e passei a focar nessa lista desde o primeiro dia do ano. Leia o texto completo
Publicado em 20.11.2008 na categoria Produtividade
Embora todas as divisões de tempo criadas pelo homem tenham seus próprios ciclos, o mês é o período de tempo mais usado para balanços e metas. Basta lembrar que nós pagamos as contas do mês, e não da semana ou do trimestre, na imensa maioria das vezes.
Sendo assim, o mês acaba ficando também como período de tempo preferido para determinação de objetivos. “Esse mês eu vou fazer isso”, “em dezembro eu vou comprar aquilo”, “quando fevereiro chegar…”.
Desde que adotei a metodologia Getting Things Done, tenho procurado compartimentar o meu tempo em semanas, e não em meses. Isso quer dizer que eu avalio o que fiz durante a semana, traço objetivos para a semana seguinte, vejo quanto gastei e ganhei por semana, etc.
Sendo a semana um período de tempo mais curto, acredito que fica mais fácil fazer planejamentos e avaliações condizentes com a realidade. Um mês pode até passar rápido, mas é um bocado de tempo. Ao traçar um objetivo para um mês, ele pode acabar se perdendo com o passar dos dias. Ou ocupar muito mais tempo do que precisaria, seguindo a Lei de Parkinson.
Quando uma tarefa ou um objetivo é muito grande para ser alcançado em uma semana, eu divido em partes menores para completar a cada sete dias, de maneira que fique mais fácil de ser gerenciado. Isso também permite que se faça um planejamento muito mais viável, visto que em uma semana as condições externas geralmente não mudam muito, ou pelo menos mudam menos do que em um mês ou um ano.