Publicado em 12.06.2008 na categoria Finanças

Para terminar essa pequena série de posts sobre Bolsa de Valores, falo agora sobre as principais diferenças que me fizeram deixar de aplicar em Fundos de Investimento que aplicam em ações e passar a operar diretamente na compra de ações.
Aplico em fundos de renda variável do Banco do Brasil desde 2002 mais ou menos. Esses fundos recolhem dinheiro de clientes do banco e aplica sobretudo em ações. Existem alguns específicos que aplicam majoritariamente na Petrobrás, na Vale do Rio Doce ou que simulam o Índice Bovespa.
Você pode estar se perguntando, então, que se eles aplicam nas ações dá no mesmo que se você for comprar diretamente, já que a ação sobe ou desce do mesmo jeito. Em parte isso é verdade, mas existem algumas diferenças fundamentais: Leia o texto completo
Publicado em 11.06.2008 na categoria Finanças

Depois que decidi operar diretamente na Bolsa de Valores, deparei-me com uma questão muito importante: qual corretora escolher? O primeiro e mais óbvio passo era descartar as corretoras dos próprios bancos. Dez entre dez pessoas falam mal dessas corretoras quando comparadas aos sistemas de corretoras criadas especificamente para negociar ações.
Meu segundo passo foi saber se havia alguma aqui em Pernambuco. A única existente é a Codepe, que foi criada aqui mas hoje possui a sede em São Paulo, o que não a diferencia muito das demais. Procurei então saber se havia algum ranking ou alguma coisa do tipo para pelo menos me guiar na escolha da empresa. Encontrei o ranking anual do InfoMoney e limitei as minhas escolhas a uma dessas:
- Win
- Coinvalores
- Gradual
- Spinelli
- Geração Futuro
- Planner
- Ágora
- Souza Barros
- Título
- Banif
- Solidez
Comecei então a percorrer os sites das mesmas avaliando sobretudo: facilidade de uso do home broker (sistema que é utilizado para comprar e vender ações a partir do computador), taxas de corretagem e atendimento on-line ou via 0800 (não quero ficar ligando interurbano toda hora). Leia o texto completo
Publicado em 10.06.2008 na categoria Finanças

Terminei ontem de fazer um mini-curso sobre Bolsa de Valores com ênfase em Análise Fundamentalista. As aulas tomaram todo o sábado e o domingo, além da manhã de segunda-feira, sendo ministradas por Mário Albuquerque, que opera há mais de 10 anos no mercado financeiro e há cinco dá aulas na Especializa.
Para quem não é familiarizado, Análise Fundamentalista é uma escola para selecionar ações e momentos de compra baseando-se nos fundamentos da empresa. Ou seja, você escolhe as ações que quer comprar olhando o balanço da empresa, seu lucro, dividendos, situação geral da economia etc.
Para quem sempre diz que não tem condições ou simplesmente não quer ficar o dia acompanhando o sobe e desce das ações através de cotações e gráficos, a Análise Fundamentalista é a melhor pedida, pois se baseia principalmente no longo prazo. Leia o texto completo
Publicado em 4.06.2008 na categoria Finanças
No começo do mês passado, tomei a iniciativa de fazer uma assinatura do jornal Valor Econômico. Para quem não conhece, é um jornal especializado em empresas, investimentos, economia e quejandos, em moldes parecidos com a tradicional Gazeta Mercantil. Desde então tenho recebido, de segunda a sexta-feira, edições do jornal com uma série de informações sobre esse mundo dos negócios.
Minha primeira dúvida foi se eu teria tempo para ler toda essa quantidade de informações, primeiro por conta da correria do dia-a-dia e segundo porque o jornal - por não ser local - não chega no comecinho da manhã como os jornais de Pernambuco. A constatação é que, realmente, não dá para ler tudo todo dia. Na verdade, em três dias eu joguei fora o jornal inteiro sem nem ter lido porque não deu tempo.
A minha segunda dúvida é se eu teria interesse em ler, ou, em outras palavras, se aquelas informações seriam relevantes para mim. Embora eu esteja entrando nesse mundo do empreendedorismo, uma pequena empresa está muita vez bem longe do universo que é tratado em boa parte das matérias do jornal. Leia o texto completo
Publicado em 9.05.2008 na categoria Finanças

A ExpoMoney é um evento com palestras e exposições sobre educação financeira que, já há alguns anos, roda o Brasil passando por algumas das principais capitais. Recife recebeu este ano, pela primeira vez, uma das etapas do evento e eu fui lá conferir na quarta e na quinta-feira.
A primeira coisa que ficou clara foi que a organização subestimou a quantidade de pernambucanos que se interessariam pelo tema. O espaço reservado no Centro de Convenções foi muito aquém do que era preciso. O resultado foram filas enormes, palestras com muita gente de fora por falta de espaço nas salas e, principalmente, um calor insuportável. Muito mesmo, a ponto de o ar-condicionado não dar conta. Leia o texto completo