A insustentável leveza do GTD
Publicado em 15.05.2007 na categoria GTD
Como muitos aqui sabem, sou fã da metodologia Getting Things Done e com ela obtive excelentes resultados para melhorar minha produtividade, com grande ajuda da minha vaquinha companheira. Por conta disso, fico impressionado quando algumas pessoas tentam e não conseguem implementar o GTD.
A conclusão a que chego é que as pessoas acabam complicando algo que é bastante simples (nenhuma grande novidade, a maioria das pessoas faz isso o tempo todo, parece ser característica inerente ao ser humano). É como se, parafraseando Milan Kundera, a leveza do GTD fosse insustentável e as pessoas procurassem algo para lhe jogar de volta à sua zona de conforto.
Anotar tudo o que lhe aparece ou que lhe vem à cabeça em um sistema confiável e, depois, organizar tais tarefas em listas seguindo um fluxograma pré-definido. Depois revisar semanalmente e executar as pendências. Pode haver algo mais simples?
Apesar disso, o que vejo são pessoas inventando novidades para “adaptar” a metodologia, misturando com outros sistemas, excluindo etapas essenciais do processo etc. Já vi até gente dizendo que faz listas diárias de coisas a fazer, algo que o David Allen condena umas trezentas vezes no livro.
Minha dica para quem quer implementar a metodologia GTD com efetividade é, primeiro, ler o livro com atenção, segundo, conseguir um sistema confiável e confortável para suas habilidades e, terceiro, aplicar o que leu, sem inventar muito. Simplicidade é a palavra-chave.





Não conheço a metodologia ainda, porém me interessei muito e vou estudala mais a fundo, é como eu sempre digo e continuo a repetir, simplicidade é a chave…
Oi Walmar!
Não conhecia a metodologia até ler o post da Lu no diadefolga.com, fazendo referência a este post.
Achei a idéia interessante e simples de ser aplicada (e olha que eu tenho TDAH/DDA!). Valeu a dica!